Biomédico agora pode atuar no Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório



A resolução nº 245, de setembro de 2014, do conselho federal, dispõe sobre a atribuição do Biomédico na área de Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório.


O profissional pode operar equipamentos específicos para a atividade, sob supervisão médica, utilizando métodos eletrofisiológicos como eletroencefalografia (EEG), eletromiografia (EMG) e potenciais evocados para monitorar a integridade de estruturas neurais específicas durante cirurgias.

No Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório o objetivo é proteger as vias neurais dos riscos durante diferentes tipos de cirurgias, diminuindo o risco de déficits neurológicos pós-operatórios para o paciente. 

Na 
eletromiografia (EMG) é feita uma avaliação neurofisiológica do sistema nervoso periférico. Estimula-se sinais elétricos por meio de choques suportáveis (neurocondução) e da captação de potenciais musculares através de agulhas (eletromiografia) em certas partes do corpo. 

Na 
eletroencefalografia (EEG) é feito o registro da atividade elétrica cerebral, ou mais especificamente, do somatório da atividade elétrica neuronal próxima aos eletrodos de captação dos estímulos, afixados habitualmente no couro cabeludo.


Para atuar nessa área é necessário curso de especialização, devidamente registrado e aprovado pelo Ministério da Educação, cujas disciplinas mínimas são: Neuroanatomia, Neurofisiologia, Neuropatologia básica e avançada, Teoria das Técnicas Cirúrgicas, Tecnologias aplicadas à atividade e estágio prático em serviços de Monitoramento Neurofisiológico Transoperatório devidamente registrados nos conselhos de fiscalização profissional e Vigilância Sanitária.



Publicado por Macaco Espartano

Autora do Blog Biomedicina Online e estudante de Biomedicina da FURB-SC .
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